Sobre a Fluss Haus
No ano de 1996, seus proprietários Lindomar Luiz Feuser e Maria Salete Heidemann Feuser,
sentindo as dificuldades na lavoura começaram a produzir pães, roscas e bolachas decoradas, tradição herdada da mãe. Tinham um forno antigo,
daqueles à lenha feito de tijolos. O produto teve boa aceitação e para conseguir atender a demanda, trabalhavam em média 18 a 20 horas por dia.
Vendiam os produtos de porta em porta, e o meio de transporte utilizado era um fusquinha, pois tinham poucas condições financeiras,
só o que tinham era muita vontade de trabalhar e vencer.
Como a propriedade já tinha um rio desviado pelo pai de Lindomar para ter seus peixes de estimação,
foi aberta à visitação de turistas com um pequeno ponto de vendas para comercializar seus produtos.
Fluss Haus significa Casa do Rio, esse nome foi dado pelo fato do rio passar na área da casa.
Os proprietários, sempre cautelosos, foram construindo espaços maiores para produzir seus quitutes e contratando aos poucos seus funcionários.
No ano de 2006 foi construída a fábrica de bolachas artesanais, nos padrões exigidos pela
vigilância sanitária. As bolachas decoradas artesanalmente estão conhecidas em vários estados do Brasil, com clientes em Santa Catarina,
Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas Gerais. Sendo um produto diferenciado é comercializado como forma de lembrança e presente.
A Fluss Haus sendo uma propriedade rural tem um pomar de frutas que são produzidos doces e
geléias vendidos na loja de produtos coloniais e também são utilizados para fazer os sucos do Café Colonial.
O Café Colonial, serve em média três mil e quinhentas refeições por mês, sendo que o atendimento é sábados, domingos e feriados.
A Fluss Haus recebe em média doze mil turistas por mês, e emprega hoje cinqüenta e seis
funcionários fixos e mais vinte e oito que prestam serviços nos finais de semana e na manutenção. Um total de oitenta e quatro pessoas para
o bom funcionamento da empresa. Sonho da Fluss Haus: mudar a história da comunidade, gerando empregos e renda sem limites de crescimento
para que São Martinho seja conhecido por todos. E sempre pensando no futuro sem perder as tradições do passado.